Acerca disto
Primeiro aspecto a relevar: contra mim falo. Sou assumidamente uma viciada, mas, diferentemente de algumas pessoas que conheço, ainda consigo determinar o linear entre o razoável e o obsessivo.
É notório, os telemóveis topo de gama não facilitam, mas o que é certo é que está tudo a tomar proporções desmedidas. Falo do que conheço, de tudo aquilo que assisto à minha volta e especialmente aqui em casa.
E daí que queira cada vez mais, e com algum esforço, contrariar esta demanda.
Ele é telemóveis em cima da mesa, nos cafés com amigos, nas saídas com namorado, à noite antes de ir dormir, enquanto estamos nas aulas, em tempos mortos no trabalho (sempre que "vamos ver as horas"), na casa de banho, nos transportes, no trânsito, nas compras, ... e em mil outras circunstâncias tão banais do dia-a-dia que eventualmente nem me dou conta que estou vidrada. Tenho que parar.
É um objectivo diário, uma luta constante, e nem sempre fácil de cumprir. São cada vezes mais raras as vezes em que estou ocupada com algo e concomitantemente a mexer no telemóvel, se estiver acompanhada. Senão sou honesta, vasculhar o telemóvel até ajuda o tempo a passar.
Mas o ponto da situação é este: é imperativo reduzir o consumo de redes online, que só nos afastam daqueles que estão mesmo pertinho.
Guardar mais para mim aquilo que é meu, sem perder o controlo naquilo que disponibilizo para todos.
Mas engane-se aquele que acha que, por consultar redes sociais, fica a conhecer inteiramente a vida privada de alguém. Certo?
Nada inteiramente relacionado com este meu projecto querido de querer partilhar aspectos que considero interessantes com o resto da malta - a propósito de uma vida gourmet. Há sempre coisas que devem ser partilhadas... com moderação ;)
Nada inteiramente relacionado com este meu projecto querido de querer partilhar aspectos que considero interessantes com o resto da malta - a propósito de uma vida gourmet. Há sempre coisas que devem ser partilhadas... com moderação ;)

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