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Uma vida gourmet

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Como não poderia deixar de ser, insisto uma vez mais em deixar por escrito aquilo que foi mais um ano.
Mas desta vez foi diferente. 
Dois mil e dezasseis foi o ano. Tudo aquilo a que me propus, concretizei. Todos os objectivos queridos foram concretizados.
Encontrei, diariamente, e junto daqueles que me rodeiam, a ideia de que é fácil ser-se feliz.
De que é nas pequenas coisas que podemos realmente fazer a diferença.
De que, com um projecto pessoal tornado real, posso estar mais perto dos outros.
De que, com muita paz de espírito, posso encontrar todos os dias algo que me fascine.
Quando perdi tempo a procurar respostas às minhas perguntas, encontrei no entretanto um fio condutor que me orientou muito mais além daquilo que estava à espera.
Foi às pessoas-sol que me agarrei quando me senti a vacilar, foi com elas que recomecei o meu caminho, e foi a elas que dediquei mais atenção.
Foi com perseverança que compreendi aquilo que realmente precisava para o meu dia-a-dia e para a minha vida. 
Foi a desligar-me mais daquilo que menos importa que consegui sorrir mais vezes.
Foi a dar mais valor àqueles que sempre estiveram do meu lado que me senti mais completa e preenchida.
Foi a olhar mais para dentro de mim, que consegui perceber aquilo que não merecia a minha dedicação. Uma das maiores aprendizagens é deixar partir aquilo que não nos faz bem, e deixar bem perto tudo aquilo e aqueles que nos aquecem o coração.
Estar segura e confortável com as decisões tomadas, e perceber que a bagagem que trago comigo é mais leve, mas carregada de boas memórias, foi o melhor deste ano.
Aprendi a ver em cada dia uma oportunidade para arriscar e ser feliz, para agarrar projectos e levá-los avante, para arrancar gargalhadas profundas aos melhores.
Aprendi, da melhor maneira, a ser mais grata, e a acreditar que mesmo quando nada parece correr como planeado, há um propósito.
Foi uma bênção. Foi um dia cheio de sol. Foram brindes. Foi mar. Foi calor humano e pele contra pele. Foi olhos fechados sob a chuva torrencial. Foi amor. Foi paz. Muita paz. 
Obrigada a todas as pessoas queridas que fazem valer a pena. Obrigada à fé infindável que me faz acreditar e ir mais longe. Obrigada a esta força inabalável e a esta mania de querer ser feliz. Obrigada aos finais que permitem novos recomeços, todos os dias. Obrigada, obrigada.

"Ao ano novo
Peço para não ter medo de errar, para não ter medo de amar, para não ter medo de recomeçar, e para nunca, por medo, deixar de tentar. 
Peço para me lembrar que se eu cair, se eu falhar, se o meu mundo quase desabar, que a minha vida vai continuar.
E a luz da minha fé saberá - sempre - como me ajudar a levantar e a voltar a acreditar." (às nove)
❥❥❥




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Lisboa - ou luz boa - está particularmente quente e iluminada nesta época. Mesmo com o frio, é agradável sair para ficar a conhecer as luzes e enfeites de Natal que a preenchem, um bocadinho por toda a parte.
Já namorei as duas árvores de Natal - do Rossio e do Terreiro do Paço - e um brutal caramel machiato na esplanada da Amorino, bem rodeada deste espírito tão característico. 
O que não faltam são mesmo opções, para aproveitar tudo da melhor maneira - lanchar no café Nicolau ou no Paul, ou, por exemplo, experimentar um dos restaurantes no Terreiro do Paço com uma vista especial para a árvore ❆






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Há qualquer magia nas pequenas coisas. Nos pequenos momentos, naquilo que tantas vezes nos esquecemos de valorizar. Eu tenho aprendido, devagarinho e à medida que vou crescendo, a apreciar muito melhor aquilo que tão facilmente vem ao nosso encontro. 
Tantas vezes com pressa, sem tempo para apreciar, sem estado de espírito para respirar estes momentos. Mas quando estou longe daquilo que melhor me aquece o coração sinto saudades. Saudades e uma vontade imensa de aproveitar melhor o meu sofá, o calor da minha lareira, a roupa confortável e o amor que me envolve. 
Há muitas coisas boas, verdadeiramente reconfortantes. E há algo nesta época, neste calor humano, nesta luz que nos faz sentir maiores. Melhores com o coração, mais agradados com o dia-a-dia, mais tolerantes com a chuva que cai incessante ou o frio que não nos quebra. Há uma paz interior que nos faz sentir agradecidos todos os dias quando acordamos, quando cruzamos o corredor e nos deixamos contaminar com o calor do Natal que nos acompanha. 


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Inês | 24 anos | Lisboa | "O mundo é por aqui"

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