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Uma vida gourmet

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Para celebrar o Dia do Pai, ainda que tardiamente, optámos por um restaurante no Cais do Sodré, em Lisboa - Sala de Corte. Nunca tinha ouvido falar, fui averiguar quais as críticas que já existiam, comparando-o com outras opções. Boa pontuação, excelente relação qualidade preço e lá fomos. Não ficámos desiludidos.
Apesar do espaço ser relativamente pequeno - cabem umas 30 pessoas, em meses e balcão - tem uma decoração interessante, que apela a uma sala de corte/talho. A casa de banho, com muita pena não tirei fotografias, é literalmente a Arca Frigorífica. Simples, despretensioso, e acolhedor. 
Para entradas, começámos por um carpaccio de novilho e croquetes de novilho com mostarda dijon - foi aquilo que menos me surpreendeu. Sou fã de carpaccio e já provei muito melhores e mais bem conseguidos. 
Para o prato principal, acabámos todos por pedir picanha, e vários acompanhamentos entre o esparregado, batatas fritas e dauphinoise de batata doce. Todas as picanhas têm um molho a acompanhar e cada um pediu um diferente - manteiga de alho, cogumelos, maionese trufada. Tenho a dizer que há muito muito tempo que não comia uma picanha tão tenra e suculenta. Os 200g de carne foram-nos um bocadinho roubados, não saí a rebolar, mas fiquei bem.
Dos acompanhamentos que provei, adorei todos, especialmente o de batata doce. Muito bem confeccionada.
Para acabar, sim, senhores, pedimos 2 sobremesas divinais - tal forma que as fotografias chegaram tarde de mais. Pavlova de frutos vermelhos e crumble de caramelo, chocolate e amendoim. Comia vinte destes. 
Ponto negativo: não aceitam reservas. É ter sorte.
Fica na lista, para regressar. 









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Sabe bem ao coração e traz-nos uma tranquilidade interior regressar a cidades como esta.
Conheci Paris há uns anos, era uma rapariga pequena que nem sabia o que era o amor. E regressei, no Natal do ano passado, de mãos dadas com uma paixão querida.
Paris, solarenga e gelada, estava intocável. Como sempre, uma luz excepcional, concorrente à minha Lisboa, que nos deixa uma saudade tremenda. 
Trago comigo um bloco cheio de notas e memórias frescas para contar. 
Mas aquilo que não consigo partilhar, são as sensações de estar a passear pelos Champs Elysees, num abraço reconfortante, acompanhada de um sol de inverno, e um espírito de Natal que nos envolvia a cada passo que dávamos.



Percorri todos os recantos de Paris, pelo menos os que consegui durante os três dias de viagem. Descobri novos vitrais nas Igrejas, uma vista privilegiada para as fotografias, novos caminhos e ruas que nos levavam a praças enormes e a noite, cheia de luzes e do calor do Natal.











Não pude deixar escapar a oportunidade de namorar esta avenida, de uma ponta à outra. São momentos como estes que hei-de recordar para sempre e Paris permite-nos isso mesmo: memórias inesquecíveis. Vi todas as montras que pude a descer a avenida até ao Louvre, e apaixonei-me um bocadinho por todas as barracas natalícias com que me cruzei - ou tinham gastronomia deliciosa, ou prendas ideais para oferecer no Natal.




Descobri aqui o sítio ideal para fazer uma refeição. Nesta viagem optámos por uma estratégia low cost e preparávamos os almoços em casa - permite-nos sempre poupar algum dinheiro até porque há restaurantes em Paris com preços proibitivos.







Os museus, obrigatórios por quem passa em Paris, são o Louvre e Museu D'Orsay, bem centrais e gratuitos para quem os visita enquanto estudantes da união europeia com menos de 25 anos. Foi o plano que delineámos para os nossos dias e permitiam-nos descongelar do frio.



De igrejas, visitámos também as principais: Notre Dame, Sacré-Coeur, La Madeleine, Saint Chapelle. Em dias diferentes, para, estrategicamente, nos deslocarmos consoante a proximidade entre elas. 





O nosso percurso, em três dias, estruturou-se da seguinte maneira:
Dia 1
- Sacré-Coeur
- Moulin Rouge
- Place de la Madeleine
- Trinité
- Galeries Lafayette
- Place de L'Opera (de noite)

Dia 2
- Arc de Triomphe
- Avenue des Champs Elysees
- Jardins des Tuileries
- Musee du Louvre
- Musee D'Orsay
- Tour Eiffel

Dia 3
- Notre Dame
- Sainte Chapelle
- Centre G. Pompidou

Esta organização deu-nos tempo para visitar a cidade com calma, considerando que já cá tínhamos estado ambos anteriormente. E em Paris quer-se um bocadinho isso, passear tranquilamente, namorar as ruas, apreciar o espírito natalício envolvente. E apaixonarmo-nos outra vez.
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Na azáfama do dia-a-dia, de querer chegar a tudo e a todo lado, também é importante saber parar e aproveitar os poucos e preciosos dias de folga.
Ter a oportunidade de viver neste país, com praias e paisagens inacreditáveis, não é para todos... e poder conciliar isso com um Domingo cheio de sol é ter sorte grande. 
A tranquilidade que o nosso mar transmite, a paz de alma que reencontro quando me cruzo com a panóplia de cores da nossa costa, é a melhor sensação de uma vida e faz-me sentir a pessoa mais grata de sempre, quando acordo de manhã e me vejo perante todas as oportunidades que me são proporcionadas. 
Partilhar esta sorte, este grande amor, com alguém que nos aquece o coração, de mãos dadas, é saber que o caminho que percorremos é o caminho certo.
Agradecer, todos os dias, a nossa sorte 💕





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Tenho andado saudosista. As viagens permitem-nos isso mesmo: viver em pleno, e sonhar alto quando nos lembramos das experiências enriquecedoras que tivemos. 
Hoje, e para dar continuidade a um primeiro post acerca do Interrail que fiz no Verão, começo por relembrar a primeira cidade onde estive - Barcelona, um amor eterno.
Costuma-se dizer que quem não bebe água da fonte de Canalets, nas Ramblas não volta à cidade... estive lá há uns dezoito anos, e voltei... mas desta vez bebi, só para garantir que um dia estou de volta.
E aproveito para desabafar, com um grande aperto no coração, que esta poderia ter sido a minha cidade durante os seis meses de Erasmus, que não realizei, com muita muita pena.
Como já disse, este foi o primeiro destino e chegámos de avião, o low cost acaba por ser mais vantajoso do que irmos de comboio e poupámos algum tempo. 
Chegámos de noite, o que dificulta sempre as coisas quando estamos à procura do que quer que seja. 
Começou logo por ser a camioneta que nos levava do aeroporto até ao centro da cidade. Um detalhe importante, e que fizemos para todas as cidades por onde passámos, foi ter um mapa específico desde a estação/paragem de autocarros até ao hotel, com a indicação das ruas. Caso contrário teria sido quase impossível encontrar os sítios certos. Mesmo assim, e considerando que era de noite, ainda demos umas belas voltas e acabámos por perguntar ao queridos espanhóis onde era a rua indicada no mapa. 
Ficámos no Hola Hostel Eixample, reservado pelo Hostels World como quase todos os outros, e gostámos. Não tínhamos grandes expectativas nem modo de comparação... mas chegando ao fim da viagem percebemos que alguns hosteis têm este problema: aceitam mais pessoas do que as capacidades que têm e acaba por ser um bocadinho desorganizado. 
Ainda assim, tínhamos cozinha onde pudemos preparar os nosso almoços e jantares (havia um supermercado mesmo ao lado do hostel) e tinha um ambiente convidativo. E basicamente era utilizado para dormir. Tomávamos o pequeno almoço (incluído no preço da estadia), preparávamos logo o almoço e seguíamos caminho, aproveitando o dia todo para visitar a cidade. 
Em Barcelona ficámos duas noites, o que permite, para além de visitar a cidade com mais calma, descansar antes de arrancar de comboio para o próximo destino.
Nesta cidade é tudo maravilhoso e digno de visita. 
Começámos pela Sagrada Família, obra interminável mas de tirar a respiração.
Percorremos ruas e ruas até chegarmos à Casa Milá e Casa Batlló.
Daqui fomos vagueando até nos aproximarmos do litoral onde almoçámos o nosso maravilhoso arroz de atum. Ramblas a tarde toda até chegarmos perto do Arco do Triunfo. 
Ao fim do dia, par aproveitarmos tudo até à última, fomos ainda até ao Parque de Montjuic, e queridas alminhas do céu, todo um fim de dia extraordinário aconteceu ali. Um fim de tarde quente, com um crepúsculo excepcional e as fontes, mesmo desligadas, eram qualquer coisinha. 
Tivemos uma sorte tremenda e esteve calor e sol em praticamente todo o lado. 
Para o segundo dia, optámos por ir ao Parque Guell - a pé. O senhor do hostel disse que era relativamente perto, fazia-se bem a pé. Só se esqueceu de dizer que era sempre a subir e que eram para cima de 20km. Mas chegámos lá, debaixo de um sol arrebatador, loucos de sede e eu com uma dor terrível causada pelos meus ténis novos. Dica: nunca, mas nunca, levar ténis por estrear. Torna-se malvados e ganham dentes.
Sobrevivemos e a descer, todos os santos ajudam. 
Exaustos, derretidos do sol e com as pernas a tremer, fomos até ao hostel e descansámos um pouco antes de pegar nas nossas queridas malas, leves que nem penas, e irmos para a estação. 
Despedimo-nos de Barcelona com muito amor, e prometemos voltar. A bem dizer, prometi voltar a todas as cidades. É uma cidade louca, e acho que o calor de Verão ajuda, torna as noites mágicas e parece que está tudo no sítio certo. Fomos muito muito felizes.  
Fotografias de pouca qualidade - não levámos máquina e só tínhamos os iphones - mas que permitem matar estas saudades que atacam devagarinho e nos deixam com uma vontade louca de apanhar o próximo avião. 






















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Inês | 24 anos | Lisboa | "O mundo é por aqui"

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