Para celebrar o Dia do Pai, ainda que tardiamente, optámos por um restaurante no Cais do Sodré, em Lisboa - Sala de Corte. Nunca tinha ouvido falar, fui averiguar quais as críticas que já existiam, comparando-o com outras opções. Boa pontuação, excelente relação qualidade preço e lá fomos. Não ficámos desiludidos.
Apesar do espaço ser relativamente pequeno - cabem umas 30 pessoas, em meses e balcão - tem uma decoração interessante, que apela a uma sala de corte/talho. A casa de banho, com muita pena não tirei fotografias, é literalmente a Arca Frigorífica. Simples, despretensioso, e acolhedor.
Para entradas, começámos por um carpaccio de novilho e croquetes de novilho com mostarda dijon - foi aquilo que menos me surpreendeu. Sou fã de carpaccio e já provei muito melhores e mais bem conseguidos.
Para o prato principal, acabámos todos por pedir picanha, e vários acompanhamentos entre o esparregado, batatas fritas e dauphinoise de batata doce. Todas as picanhas têm um molho a acompanhar e cada um pediu um diferente - manteiga de alho, cogumelos, maionese trufada. Tenho a dizer que há muito muito tempo que não comia uma picanha tão tenra e suculenta. Os 200g de carne foram-nos um bocadinho roubados, não saí a rebolar, mas fiquei bem.
Dos acompanhamentos que provei, adorei todos, especialmente o de batata doce. Muito bem confeccionada.
Para acabar, sim, senhores, pedimos 2 sobremesas divinais - tal forma que as fotografias chegaram tarde de mais. Pavlova de frutos vermelhos e crumble de caramelo, chocolate e amendoim. Comia vinte destes.
Ponto negativo: não aceitam reservas. É ter sorte.
Fica na lista, para regressar.