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Uma vida gourmet

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Não há nada como acordar sem despertador, namorar as luzes que vão entrando pela janela, aconchegar as gatas e ir despertando para um novo dia, cheio de tarefas para ir cumprindo no conforto desta casa, já preparada para o Natal. 
O primeiro passo, antes do que quer que seja, é preparar um bom café, e um pequeno almoço agradável, mesmo que isso signifique que só se almoça às 15h00. 
Daqui sim, posso partir para o resto do dia, cheia de energia para acabar trabalhos para apresentar no serviço, estudar muitas das coisas que ainda estão em lista de espera, fazer compras de Natal, cumprir com a aula de ginásio programada, ver umas séries e, uma vez mais, namorar as luzes de Natal e a lareira quentinha. 
Bom dia para vocês ❤
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És mais feliz quando agradeces, quando consegues olhar para o que foi bom, sem ressentimentos por não ter corrido da forma que querias. És mais feliz quando acendes a tua luz interior, e te confortas com os amigos que contas-pelos-dedos-das-mãos. Cresces mais se aceitares que o rumo da vida é aquele que vais percorrendo, sem remares contra marés que te trazem mais tempestades do que calmarias. Às vezes aquilo que precisamos é de mais paz interior, sossego no coração, para um dia podermos voar para lá das janelas que se abrem. 
E a vida vai acontecendo, tranquila ➸ 


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"An arrow can only be shot by pulling it backward. When life is dragging you back with difficulties, it means it's going to launch you into something great. So just focus, and keep aiming."
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Nova Iorque: a cidade que nunca dorme, onde todos os sonhos se concretizam. É mais ou menos isto. Pelo menos posso garantir que me apaixono de cada vez que cruzo a primeira avenida e respiro aquele ambiente. É intocável e voltava uma terceira, quarta ou quinta vezes. Sempre tive expectativas elevadas quanto a este destino, e nunca nunca saí desiludida. E mesmo quem disse que não fazia questão de visitar é hoje um eterno apaixonado.
Foi por impulso de decidi fazer esta viagem e não podia ter feito um melhor investimento nesta fase. 
Porquê voltar? Porque sim parece ser uma resposta mais que adequada, mas trago alguns tópicos que fazem este destino valer mesmo a pena. 

1: Top of the rock (ou qualquer outro prédio) onde podem apreciar uma vista panorâmica de Nova Iorque. Sugestão: optem por um horário em que consigam captar o pôr-do-sol e ao mesmo tempo as luzes da cidade a acender. Tivemos muita sorte com o tempo, não estava vento, apenas algum frio suportável, e uma paz indescritível. E sim, tirámos 54352 fotografias, em todas as direcções para não perdermos um centímetro. É realmente bom trazer todas estas memórias, mas melhor ainda é conseguirmos parar, desligar a máquina, clarear a mente e simplesmente apreciar. Vale ouro. 
Neste top, incluo também um dos sítios deliciosos que descobrimos: 230 Fifth Rooftop Lounge. Tem vista sobre o Empire State Building e é um terraço todo aquecido, vale a pena experimentar. 







2: Central Station. Passagem obrigatória, ver todo o movimento diário de uma estação extremamente povoada. Apreciar os signos pintados no tecto azul turquesa, descobrir milhares de estrelas brilhantes e uma curiosidade muito muito gira: nas saídas laterais há tectos com arcadas que têm uma sonoridade espectacular e que permitem, de uma ponta à outra, ouvir um sussurro transmitido da extremidade oposta. É maravilhoso - podem pesquisar por whispering walls.





3: Passear no Central Park, namorar as cores da estação - já tive a oportunidade de o ver forrado de neve no inverno e com as cores mais extasiantes do outono. E cada recanto é o sítio ideal para um sessão fotográfica. Descobri muitos recantos novos desta vez, como as estátuas da Alice no País das Maravilhas, o Jardim de Shakespeare ou o pedaço dedicado a John Lennon. O que vemos mais? Esquilos, aos montes e curiosos com os visitantes, cães, dezenas e dezenas a passear, com um ar muito imponente a imitar os donos, extremamente bem educados e penteados (juro que nunca tinha visto cães tão snobs), muita malta saudável a fazer a sua corridinha de t-shirt com 3ºC, músicos amadores a cantar e a tocar músicas conhecidas, que nos faz sentir dentro de um filme com uma banda sonora estupenda.







4: Conhecer as avenidas, as ruas, os recantos. Todas se cruzam, tudo é paralelo e perpendicular, óptimo para mulheres com dificuldade de orientação como eu. Fazer tudo a pé é obrigatório. Andar de metro é excelente para nos levar até um determinado ponto da cidade, custa 3 doláres, é rápido e quentinho. Faz sentido quando estamos localizadas numa das regiões de Manhattan (como era o meu caso desta vez) e queremos ir para o extremo oposto. Okay. Mas é imperativo caminhar por estas avenidas, senão perdemos todo o encanto, todos os arranha-céus, as torres com uma arquitectura especial, as rulotes de cachorros, amendoins e bagels, os táxis a voar, amarelinhos uns atrás dos outros, o trânsito caótico, a correria. Há zonas especialmente interessantes, a avenida de Wall Street, a Times Square (cheia de lojas para nos perdermos, a Brooklyn Bridge. 






5: Museus. Conheço o Moma, o Guggenheim e o Met. Adoro todos, cada um com as suas especificidades e são sempre uma oportunidade de nos aculturarmos. No Met, há a vantagem de não se pagar - eles sugerem uma doação para adquirir o bilhete - 20 dólares. Nós oferecemos o que nos convier para eles poderem emitir o bilhete. Até 1 dólar serve. Os outros também são pagos. No Guggenheim depende muito daquilo que estiver em exposição. O grande encanto é a arquitectura do próprio edifício, a exposição não me fez particularmente feliz. 









6: Andar de ferry em direção a Staten Island, que nos permite, ao longo da viagem que dura cerca de meia hora, apreciar não apenas a paisagem sobre Manhattan mas também a pequena Estátua da Liberdade. É uma forma de conseguir vê-la, não realmente perto, mas suficientemente perto para tirarmos uma conclusão. Da primeira vez que estive em Nova Iorque ainda paguei para ir até à base da estátua, na Liberty Island, mas não considero que valha o investimento. Os ferrys estão sempre a circular, de 30 em 30 minutos, e apesar da afluência de gente que quase faz vacilar a mais paciente das alminhas, há espaço para todos. Tivemos outra vez sorte, ou audácia, e vimos um pôr-do-sol magnífico. 






7: Ver as luzes de Natal e todos os mercadinhos que se vão montando na rua. Há recantos liiiiiindos, cheios de luz que nos aquece o coração mesmo com aquele vento e frio cortantes. Apesar de ainda ter sido em Novembro conseguimos ver o Rockefeller Center a preparar-se para a época natalícia, e algumas lojas a rigor. Um dos sítios por onde passámos e nos apaixonámos foi o Bryant Park - tinha uma feira de Natal amorosa cheia de barraquinhas e uma pista de gelo enorme. Um ambiente caloroso. Foi precisamente aqui que descobrimos um café, onde namorámos os nossos cafés quentes e muffins. 






8: Memorial do 11 de Setembro. Não tenho grandes partilhas a fazer acerca deste local. É arrepiante, toma proporções gigantes e parece que o tempo é estático... um silêncio ensurdecedor. Mas com uma beleza estupenda também. Um facto interessante e que desconhecia, há uma árvore sobrevivente - distingue-se de todas as outras porque mantém a cor verde, enquanto que as restantes já se desfolham para o outono. 


9: Little Italy e China Town. Passagem obrigatória. Uma visita que se faz perfeitamente bem numa manhã, sem grandes pressas e para poder observar duas culturas tão distintas mas que se fundem a cada esquina. Aqui vão ser interpelados muitas vezes para comprar marcas falsificadas. Fora isso, parece que aterraram na China ali numa questão de segundos. Seja pelo cheiro, pela comida, pela forma de vida que tão pacificamente levam estes chinesinhos. 

10: Igrejas. Há várias, escondidas no meio de arranha-céus, mas que merecem mesmo ser visitadas. Nós visitámos a St. Paul Chapel e St Patrick Cathedral. A primeira está mesmo junto ao Memorial do 11 de Setembro. E teve um papel importante durante o período de recuperação da cidade. 


Há ainda uma lista interminável de coisas interessantes para se fazer aqui. Um monte delas, que nos tomariam com certeza mais uma semana. Mas ficam algumas dicas, para poderem aproveitar o melhor que Nova Iorque tem para oferecer. 
Aquilo que vale sempre a pena, são os Outlets que oferecem grandes descontos em algumas marcas. Nós fomos a Woodburry Common, pagámos 35 doláres pela viagem de ida e volta e foi aí que nos perdemos. 

See you next time ❥
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Cultiva-te todos os dias. Aprende a gratidão.
Aquilo que sentes por ti é mais forte do que qualquer outra pessoa há-de sentir e ninguém te pode roubar um bom coração. Agradece todos os dias o facto de seres feliz e orgulha-te de teres motivos para sorrir. Não são precisas muitas coisas para saberes a felicidade de cor, basta aquilo que te aquece o coração quando acordas. 
Investe no teu calor, nos abraços fortes que aprendeste a partilhar, naquilo que dás aos outros e te faz sentir aconchegado por dentro.
Nem sempre aquilo que procuras nos outros é suficiente para tranquilizar uma alma em turbulência, por isso descobre o silêncio que te faz chegar mais longe, dentro de ti próprio. Temos mais em nós do que julgamos, para nos tornarmos naquilo que sempre sonhámos ser.
O caminho não é difícil de percorrer, quando acreditamos que encontramos a felicidade em cada etapa, e não no fim. Há magia em todos os momentos, por isso não os deixes fugir.



Apaixona-te todos os dias, por ti, em primeiro lugar.


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Malta querida que não tem paciência para cozinhar mas gosta de umas invenções giras e facílimas de concretizar e de levar para qualquer lado, especialmente para o trabalho: 



É uma receita banal de queques doces, mas em vez de açúcar leva salgados à descrição - usei bacon e fiambre de perú - e milho!
Acompanhada com uma salada fresquinha, é uma delícia.

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Sabes que estás a trabalhar no que gostas quando não te importas de acordar de madrugada, muito menos de palmilhar uma das avenidas de Lisboa para chegar à Maternidade, quando as dores nas pernas, por estares o dia inteiro em pé no bloco de partos, passam despercebidas ou que as urgências obstétricas, apesar de te assustarem, te motivam a saber mais e a fazer cada vez melhor. E o vosso olhar, mães, a pegar pela primeira vez nos vossos ratinhos, é assim uma cena de tirar a respiração. E a vossa gratidão, por aquilo que fazemos todos os dias e sem esforço, é impagável. Por isso, obrigada por me fazerem tão feliz, todos os dias ❥

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Já quase se esgotaram os dias deste ano, mas não as oportunidades para os podermos aproveitar da melhor forma. Espero verdadeiramente que, neste penúltimo mês, se propiciem tantos brindes e jantaradas, passeios ao fim da noite, viagens inesquecíveis e muitas muitas coisas boas como todas aquelas que já pude vivenciar.
Acabei o mês de Outubro da melhor forma possível, deliciada com o último filme inspirado no livro do Dan Brown - Inferno. Um obrigatório ver, mesmo para quem não leu o livro como eu. O mais provável é ficar de tal forma absorto que a vontade é sair do cinema e devorar o livro.
Não deixemos que estes últimos dias sejam vividos a pensar no que deveríamos ter feito e não fizemos, mas sim nas inúmeras maneiras de concretizar os nossos objectivos. 

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Inês | 24 anos | Lisboa | "O mundo é por aqui"

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