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Uma vida gourmet

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Não sou completamente a favor dos jardins zoológicos, porque deve ser cada macaco no seu galho e haver vida selvagem entre paredes no meio de Sete Rios deixa-me assim com umas comichões pelo corpo. No entanto, há anos que queria voltar ao ZOO de Lisboa, tanta é a propaganda espalhada pela cidade. Tentei pôr de parte a minha implicância com o estado natural das coisas, e desfrutar de uma tarde diferente do habitual - que é efectivamente aquilo que nos é proporcionado. Entramos num clima diferente, num habitat que não é o nosso, rodeados de sons e sussurros aos quais não estamos habituados e descobrimos alguns bichos queridos (quis acreditar sempre que estavam tremendamente felizes) - e foi interessante. Apesar de achar que está exactamente igual desde há dez anos, e de ter um preço absurdo (20€ por pessoa), foi possível sair da rotina, do trânsito, da confusão e escapar para dentro de um mundo diferente. Claro, se dúvidas houvesse, a próxima vez que for ver animais no seu habitat há-de ser lá para as bandas do Kruger Parque. Mas ainda assim, foi uma experiência enriquecedora. E ideal para os miúdos, sem dúvida, todos a delirar com tudo o que os rodeava.








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É certo: o melhor da vida acontece quando não fazemos planos. Não há expectativas, não há desencontros, só uma estrada para percorrer e um destino soberbo. Permita a vida que façamos isto mais vezes, e que esse sorriso não se desfaça nunca.
Foi aqui que fomos parar: Monte do Giestal.
Temos esta sorte em Portugal: combinar lugares cheios de amor com o nosso verão.
São as cores, o azul sobre o verde, aquele pôr-do-sol alentejano que dificilmente se põe por palavras, a garrafa de vinho partilhada sob o céu estrelado, um abraço quente e seguro com os pés mergulhados, o acordar debaixo daqueles lençóis com as janelas abertas de par em par e as andorinhas destemidas lá fora.
É só isto que é preciso para se ser muito feliz.












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Sempre acreditei em estrelas cadentes. Acreditava na sorte, quando fechava os olhos com força depois de ver um rasgo de luz no céu, e pedia sempre a mesma coisa. Sempre.
Ser feliz.
Não que não o fosse, mas porque queria seguir um rumo diferente daquele em que me encontrava. E a resposta esteve sempre em mim: na coragem que nunca consegui ter para me libertar daquilo que não me fazia bem.
Porque a questão reside exactamente aí: naquilo que nos prende e que nos impede de chegarmos onde realmente queremos estar.
Hoje, acredito que, algures no céu, tudo se alinhou. Alinhou-se a força, alinhou-se a sorte, alinharam-se as vontades. As minhas e as de todos à minha volta. E a verdade é que o caminho se faz caminhando, e lá estava, derrotada mas com a certeza absoluta de que aquele passo atrás me iria levar dezenas deles à frente.
Hoje, quando vejo estrelas cadentes no céu fico feliz, muito feliz, e agradeço. Agradeço a força que tive, e a fé, em encontrar o melhor caminho para mim. Mas acima de tudo, é de valorizar a coragem do dia-a-dia, em fazermos e sermos aquilo que nos traz maior tranquilidade. Porque se não estamos tranquilos, se vivemos um turbilhão incessante e confuso, não vamos estar bem connosco nem com os outros.
Encontrar calma e serenidade é importante. Mas fazer desta vida uma buscar infindável daquilo que acelera o coração e nos faz sentir vivos, é a chave.
Somos nós que fazemos a nossa sorte: com o coração sereno, com as pessoas certas que escolhemos ter ao nosso lado e com muito amor. E esta correria passa a ser a melhor parte de viver.



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Inês | 24 anos | Lisboa | "O mundo é por aqui"

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