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Uma vida gourmet

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Tudo aquilo que precisamos efectivamente para equipar uma cozinha pode ser facilmente conjugado e, com preços acessíveis, conseguimos tornar um espaço simples numa das zonas mais interessantes da casa. Partindo do exemplo de uma cozinha branca, com um design clean e linhas rectas, mas com o equilíbrio da madeira, sugiro:








Às peças mais básicas, conseguimos adicionar duas ou três peças especiais, que diferenciam o estilo da cozinha e conferem algum requinte. A cor assume protagonismo na parede e em alguns apontamentos, bem conjugada com a madeira e o branco da cozinha. Gosto especialmente deste verde água. Os vasos e as plantas dão vida, e funcionam muito bem numa cozinha, especialmente as ervas aromáticas - que passam rápida e facilmente do vaso para o prato. 
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1. Desta vez optei por trazer um recanto que tenho no coração, e especialmente por hoje ser o dia que é.
2. Esta música. Uma das minhas bandas sonoras preferidas, a fazer-me companhia no sofá, num dia de folga.
3. Este livro. Para ler em todas as idades.
4. Esta série. A fazer-me rir e chorar numa questão de minutos.

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Das inspirações para a sala, continua este amor de perdição pelos verdes, aliados aos tons de terra e às madeiras. Mesmo numa divisão com pouca luz, permite maior conforto através da utilização de cores quentes e elementos como carpetes ou mantas grossas. Ou um cão. Óptimo elemento decorativo.









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Aos que seguiram a viagem mais de perto puderam perceber: fiquei fascinada com o país, adorei cada recanto e todas as cidades e locais foram uma surpresa para mim. 
O Perú é muito mais daquilo que imaginei. Tinha estudado, folheado o guia de viagem feito pela professora de história cá de casa, explorado os segredos íntimos dos incas. E fiquei surpreendida ainda assim. 
O Perú é um mundo só por si: as pessoas, incríveis, com expressões tão características, sempre a combinar de forma quase perfeita com os tons dos panos que envergam, a simpatia, sem se transformar numa ingerência, torna-os um povo amável e cativante. São simples, modestos, paupérrimos, e ainda assim conseguem devolver-nos sempre um sorriso.
Se tivesse que escolher uma imagem para descrever o Perú e aquilo que senti, seria mil vezes a de cima. Não desvalorizando as enormes maravilhas do mundo que possui, para mim, este país é feito e transborda o seu povo. São as cores vivas, aliadas a este tom de pele, à fisionomia tão típica que transforma esta gente e a torna tão especial. Diz muito mais acerca de um país quem vive nele e os seus hábitos do que propriamente os museus e os monumentos - que apesar de ricos em história, não passam disso - enquanto que as pessoas - serão sempre pessoas.


A gastronomia. E que gastronomia. Há variedade para todo o tipo de pessoas, para todos os estilos de alimentação que praticam. Vieram deste berço muitos dos alimentos que hoje conhecemos e tão comummente consumimos, como é o exemplo das batatas. São mais de três mil e quinhentas espécies. Ora, metem batata em milhares de pratos - um dos quais adorei - as Causas - e que já podemos degustar em alguns restaurantes em Portugal (como o Segundo Muelle). Outro exemplo é o milho, consumido frito ou cozido, em muitos dos pratos típicos peruanos. Sem deixar esquecer o amigo ceviche (ou cebiche - como escrevem também por lá) que era qualquer coisa de chorar por mais. Também muito em voga por Portugal, e já com barbas no Perú é a quinoa. Considerada pela ONU como o único ingrediente de origem vegetal que contém todos os aminoácidos essenciais ao organismo humano, teve a sua origem há mais de 4 mil anos nos Andes. E experimentei-a de várias formas, uma delas ao pequeno almoço numa espécie de granola. 



Não menos importante e que representa um dos pontos fortes deste povo são as lãs - especialmente a de alpaca - com um textura extraordinariamente suave e fina, muito muito confortável e passível de ser tingida com vários tons - mais naturais quando derivados de produtos da natureza como representado na imagem. Fomos alertados para um factor importante: todas as roupas tingidas com tons muito fortes representavam produtos sintéticos, considerando que os naturais teriam e originariam cores mais escuras e monótonas. 
Fiquei apaixonada por diversas coisas: luvas, mantas, cachecóis e as carpetes. Trouxe o que o espaço da mala me permitiu!



Uma surpresa muito grande foi o Lago Titicaca. Considerado o lago mais alto do mundo capaz de ser navegado, tem uma dimensão que não consegui sequer visualizar, fazendo fronteira com o Perú e a Bolívia. Aqui, tivemos a oportunidade de visitar a Ilha dos Uros, um povo característico como só ele, que vive em ilhas auto fabricadas - e móveis - onde vivem com as condições essenciais à sobrevivência. Pormenor interessante: o presidente aquando da sua visita a estas ilhas apercebeu-se da escuridão e da dificuldade em iluminar os espaços durante a noite. Ofereceu a todas as ilhas painéis solares e hoje existe luz em algumas das divisões.


Fascínio são as estradas infinitas que atravessam o Altiplano Peruano, e onde parámos para namorar Lamas e Alpacas.




Um lugar que trouxe no coração, e que se calhar me cativou pela forma como me foi apresentado pelo guia do dia - um verdadeiro contador de histórias -  foi Ollantaytambo. Qual engenharia, matemática e arquitectura. Este lugar representa a tríade mais importante para o Incas - os três mundos - compostos pelo Condor, pela Puma e pela Serpente. Aqui, neste local, encontramos três zonas principais - a zona de culto, a zona agrícola - extraordinariamente importantes para a cultura, e a zona onde a população residia. Foi incrível perceber a inteligência com que foi construído este lugar mas partindo de um ponto importante - os Incas, que existiram durante cerca de 300 anos, tiveram nos seus ancestrais a sua principal inspiração. Surgiram muitos anos antes as ideias geniais, e foram postas em prática muitas das coisas que vemos hoje - como as zonas criadas nas rochas para dissipar a energia sísmica excessiva. Não retirando protagonismo aos Incas - que foram de facto soberanos para a época - há que pensar um pouco mais além e compreender que na base de tudo aquilo que fizeram e construíram estiveram outros povos e civilizações, muitos anos antes, tão ou mais geniais que eles. 





O Perú foi também uma adaptação à altitude. Fomos percorrendo vários locais com altitudes diferentes, a rondar os 3000 metros. Não cumpri algumas das recomendações, como tomar Carbinib, e confiei em demasia no chá de Coca e nas plantas que curavam os males da altitude. Não foi fácil, principalmente considerando que já sou miúda para sofrer de enxaquecas, e tive umas valentes. Chá de coca diariamente, inspirar álcool e cheirar as tais plantas lá ia ajudando, mas não o suficiente. Foi a única parte menos boa. Isso, e as viagens cansativas que acabámos por fazer entre cidades - eram muito distantes umas das outras. Tivemos apenas um voo interno, tudo o resto foi feito de autocarro e sim, é extremamente cansativo. 


Entrei neste país com um objectivo: aprender muito, desfrutar de tudo o que tinha à minha volta e trazer alguma riqueza cultural, para mim e para os outros. Tentei compreender rotinas e modos de vida, explorar a gastronomia (não, não fui capaz de experimentar nem Alpaca nem Cuy ou Porquinho da Índia - mas tive disponível para tudo o resto), captar muitas imagens que me servissem para contar histórias. E a verdade é que cada fotografia vale uma história, que irei partilhar aqui. 


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É já um amor muito grande este que nutro pelo meu Alentejo. Sempre que posso - e enquanto puder - é para sítios como este que fujo. Mais uma vez, programa de última hora com recepção directamente no paraíso. A Herdade das Sesmarias, já conhecida há algum tempo, tem três anos de existência e uns vastos 300 hectares de planície para explorar. São várias as actividades disponíveis na herdade, desde visitas ao Lagar e à Adega, a passeios de bicicleta e cavalo, sala de jogos e conta ainda com uma capela - genial para eventos. Fica relativamente perto da barragem do Alqueva que continua a ser para mim um destino único no Alentejo, e está a cerca de quinze minutos de Cuba.
Se a vida assim o permitisse, tinha aqui ficado para sempre, a usufruir deste sol de fim de verão na varanda privada do quarto, ou a namorar o pôr-do-sol no terraço junto à piscina. É mágico. O tempo pára, permite-nos fingir que não existe nada mais a não ser o que temos ali. O pequeno-almoço, servido até as 10h durante a semana é assim qualquer coisa de soberbo, e ainda tivemos direito a uma cortesia - lanche na piscina. 
Pequenas maravilhas do mundo, senhores. Para aproveitar.

















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As sugestões que me fazem sentido são mesmo aquelas que vêm do coração e que, por algum motivo, tiveram ou têm grande significado. E deixo-as semanalmente, para quem vier e quiser levar. Sempre com o intuito de acrescentar algo de novo a quem passa por aqui. Ficamos assim combinados.
1. Esta imagem. Como inspiração para o conforto.

2. Esta música. Para começar o dia ou embalar a noite. 
3. Este livro. Para a construção de um vida mais saudável. Uma prenda querida que me faz querer usá-lo todos os dias.
4. Este brunch. Partilhado com amigas, com aquela vista rio - vale o preço que se paga (a partir de 14,99€)
5. Este filme. Para um fim de tarde e muitos lenços de papel.
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Inês | 24 anos | Lisboa | "O mundo é por aqui"

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