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Uma vida gourmet

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↠Deixa-me existir no espaço novo
Que acordaste em mim↞
{clicar&apaixonar}
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Sou uma eterna enamorada pela minha cidade. Não há nada como ela, menina e moça, que me faz apaixonar a cada recanto. Ainda assim, constatei que, do nosso país sobejamente enriquecido de cultura e paisagens, me faltavam (e faltam) umas quantas visitas na lista. Assim, a ideia foi mesmo essa - cortar da checklist mais uns quantos destinos, e aproveitar para descansar. 
O destino escolhido foi a zona da Beira Baixa, que tem tanto mas tanto para nos oferecer.
Foi fácil definir pontos a visitar, e começámos por fazer o percurso entre Lisboa e Monsanto, sendo este o ponto mais distante.
Monsanto, segundo consta, é uma das nossas queridas aldeias histórias, com direito a ser a mais portuguesa de Portugal...e tem muito que se lhe diga.
Há algumas atracções particulares que podem visitar, e também a possibilidade de fazer a rota do Castelo. Está tudo relativamente bem sinalizado, mas o intuito da nossa viagem também foi o "ir à descoberta". E foi dessa forma que encontrámos os recantos mais especiais.
 

Ainda no mesmo dia, e aliando um bom treino físico ao passeio, optámos por visitar o segundo destino, que se encontra relativamente perto - Penha Garcia - no concelho de Idanha-a-Nova, que tem também uma rota pedestre, conhecida pela Rota dos Fósseis. Nesta freguesia, existe um ponto de turismo, que foi o primeiro local de paragem obrigatória e onde nos foram fornecidas várias informações bem como o folheto que orientava o nosso percurso. Há várias opções, uma mais longa com cerca de 3km, e ao longo do caminho, igualmente sinalizado, podemos observar vários fósseis e icnofósseis - mas há um senhor amoroso que se encarrega de fazer toda a construção geológica da coisa, que já foge às minhas capacidades.
No percurso, deparamo-nos com uma barragem magnífica que permitiu repousar depois de tantos quilómetros a pé.
 

No caminho de regresso, desta vez até à Idanha-a-Nova onde ficamos hospedados, passámos ainda - mas de c a r r o porque as pernas já estavam a fraquejar - por Idanha-a-Velha.
Em Idanha-a-Nova há dois ou três restaurantes, todos eles aconselhados na Pousada de Juventude, bastante agradáveis e com comida tradicional portuguesa.
Depois de namorarmos esta região, dissemos adeus às montanhas e fomos até Castelo Branco. Não conhecia, é relativamente pequena, com edifícios com uma traça característica em pedra a contrastar com as paredes impecavelmente brancas. Aqui, tivemos ainda tempo para encher os bolsos de queijos regionais (e deliciosos).
Costuma dizer-se que o melhor fica para o fim. E com a nossa viagem não foi excepção e tudo por um mero acaso. Vila Velha de Ródão. Sem grandes expectativas considerando as opiniões que me tinham sido dadas antes (cheiro nauseabundo por causa das fábricas, sem grandes atracções turísticas), mas facilmente superadas. Apaixonei-me um bocadinho. Foi o retiro da viagem, permitiu descansar (muito), apanhar os primeiros raios de sol na piscina ao lado do quarto (vinte pontos para este, porque valeu mesmo a pena), degustar uma açorda de marisco como eu já não comia há muito tempo, apreciar um pequeno-almoço bem recheado e um pôr-do-sol especial.


 Contrariando a ideia de que não há atracções, apresento-vos o Castelo do Rei Wamba, cuja história é um tanto ou quanto particular. E a vista, senhores, a vista é inigualável. Como tudo em Portugal.



Não posso deixar de referenciar o local que tão bem nos acolheu: Vila Portuguesa. Atenciosos, excepcionais, foi como se estivéssemos em casa. A bem dizer, o Sr. Vasco tem ali alguma maozinha, não apenas na pousada, mas no restaurante divinal onde jantámos e nos passeios de barco que, ups, não chegámos a fazer - mas que valem muito a pena especialmente ao fim da tarde.
Foi o sítio ideal para terminar mais uma aventura. E sim, recomendo muito, e quaisquer três/quatro dias de férias são suficientes para fugir para um recanto de Portugal como este.
Só é preciso organizar... e nisso, eu dou uma ajudinha! ;)

viagens f e l i z e s  ❥
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Ainda há relativamente pouco tempo tive uma experiência que sei que não vou conseguir esquecer. Não vou esquecer a sensação, o desconforto na barriga - qual nervosismo - o peito apertado por tentar recriar vezes e vezes sem conta na minha cabeça como seria a sensação. O mais perto que tive disso foi em sonhos (ou pesadelos) em que me vejo a cair de um prédio e a acordar atordoada. Não tem nada a ver. Não vou conseguir esquecer as mãos transpiradas, a roupa justa, a porta do avião a abrir, e pensar "é agora". Nesta fase tudo se dissipou. Tudo desapareceu, o medo, a ansiedade e quaisquer bichos na barriga. Mas ao mesmo tempo parecia ser uma mera espectadora da minha própria condição. Ia ser breve, alguns segundos, mas, naquele momento, pareceu que tudo se resumia a isso. E foi tremendamente assustador e brilhante. Tudo ao mesmo tempo. O turbilhão de sensações confundia-se com o barulho das turbinas.
Pernas para fora do avião. Estava sentada num avião com as pernas do lado de fora da porta - questiono-me se algum dia tive verdadeiramente medo de voar. 
Lembro-me de respirar fundo quando o instrutor fez a contagem, apertar as mãos ao que me prendia, como se de alguma maneira isso me protegesse de uma queda livre a 220km/h, e cair. Sei que me obriguei a olhar à volta, mas só depois de me lembrar de respirar. Estava a cair, a voar, chamem-lhe o que quiserem. 
Sei que tive uma sensação pura de liberdade, e, ao mesmo tempo, de impotência. Somos mesmo ínfimos, insignificantes. E isto pôs-me a pensar, mais uma vez, na forma como devemos levar o dia-a-dia e aligeirar as nossas vidas.
Adorava conseguir expressar tudo de uma forma mais realista, mas há coisas que só mesmo vividas. Por isso não adiem. Não sabemos o que o vento nos traz amanhã, mas proporciona-nos, garantidamente, uma experiência inesquecível.





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Inteligente é quem aproveita quatro dias de férias para fazer uma visita à nossa querida ilha de S. Miguel, nos Açores. Foi tudo marcado facilmente e com pouco tempo de antecedência o que tornou tudo isto numa experiência brutal.
É uma ilha relativamente pequena, mas ainda assim, a melhor opção para a conhecer foi alugar um carro. Facilita os percursos que queremos fazer e torna tudo incrivelmente perto. Nos 3 dias completos de visita fizemos cerca de 300km. 
Sorte, foi ter encontrado viagens de avião quase oferecidas - promoções da easyjet feitas até dia de 12 de Janeiro - um bilhete de ida e volta ficou por volta de 40€. É estar atento!
Estadia, não podia ter sido melhor, e um mero acaso: Casa Hintze Ribeiro, na rua com o mesmo nome, a 2 minutos a pé das Portas da Cidade, mesmo no centro de Ponta Delgada. Conseguiu reunir excelente localização (a somar pontos com o lugar de estacionamento gratuito), conforto, disponibilidade e simpatia e um pequeno almoço (incluído) delicioso. E cá para mim, uma decoração amorosa!
Na ilha, há um sem fim de coisas para fazer e visitar. Começando pelo centro de Ponta Delgada, há imensas igrejas e locais emblemáticos para conhecer. As portas da cidade são um espanto à noite, com as iluminações, a igreja matriz, a marina é também um ponto óptimo para beber um copo e passear!
Extremamente importante: onde comer. Tivemos a sorte de estar hospedados na mesma rua do famoso Alcides. Aqueles bifes, aquele vinho. Não há nada melhor. 
Outra opção, a cerca de 3 km do centro, é o Cais 20. Soberbo para petiscar. 
Para além disso, e dividindo a ilha em três regiões, passo a descrever brevemente os vários sítios por onde passámos.


Mais à esquerda:
Ponta de Ferraria, que tem uma zona de piscinas naturais e uma paisagens de cortar a respiração. A bem dizer, qualquer recanto, qualquer pedaço de curva nesta ilha tem uma vista soberba. É obrigatório parar nos inúmeros miradouros. E rezar para estar bom tempo.
Lagoa das Setes Cidades -  ninguém vai acreditar, mas não consegui ver nem um centímetro. Estava nevoeiro. Nos três dias. Fim da história.
Aqui permanece um hotel abandonado, ou aquilo que resta dele, o Hotel Monte Palace, que permite uma vista maravilhosa sobre a lagoa. Não posso confirmar, lamentavelmente.
Miradouro Lagoa do Canário
Calhetas - mais um recanto azul, muito azul, onde o mar se funde com aquelas rochas vulcânicas.
Capelas - uma povoação pequena piscatória. 
Na região centro da ilha encontramos a igreja matriz de São Sebastião, as Portas da Cidade, a zona da marina e dezenas de outras atracções turísticas entre igrejas e museus.
A minha parte preferida começou quando apareceram as lagoas e os banhos termais. A primeira que visitámos foi a Caldeira Velha, na Serra da Água do Pau, que tem duas piscinas termais: uma a 24 graus e outra a 39. Tivemos o timing perfeito, e também as condições meteorológicas: estava frio, o que facilitou o processo de estar de molho numa água a 39 graus. A entrada é paga (2€ adultos, 1€ crianças), e o parque fecha às 17h00. Aqui perto encontra-se também a Lagoa do Fogo, que pelas condições maravilhosas de tempo deixamos por conhecer.
Na parte mais à direita da ilha visitámos as Furnas. Optámos por dedicar um dia completo para percorrer vários pontos de interesse, a começar pela Lagoa das Furnas, onde se podem observar os poços onde são cozinhados os famosos cozidos à portuguesa.
Depois de namorar o sol de verão e a vista maravilhosa, fomos atacar um belo cozido, no Tony's. Era delicioso e fica relativamente perto do Parque Terra Nostra, local excelente para um passeio. Aqui a entrada é paga (8€ por pessoa) e ainda tem a possibilidade de ir a banhos termais. Vale mais a pena pelo passeio, já que há outras possibilidades - e mais interessantes - para os banhos termais.
Daqui, fugimos para um miradouro de tirar a respiração, e onde conseguimos ver praticamente a ilha na sua globalidade. E um fim de dia assim pró espectacular.
O último destino nas Furnas foi a Poça da Dona Beija. Foi na hora perfeita, já era de noite, o parque só fechava às 23h00 (a entrada também é paga - 4€), estava aquele friozinho ideal para ser, uma vez mais, confortável estar de molho em águas de 40 graus. O céu estava limpo e era estrelas por todo o lado. Sítio ideal, hora ideal, companhia ideal, viagem ideal.
Obrigatório voltar.
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para ouvir e acreditar, todos os dias, que as coisas bonitas da vida surgem quando menos esperamos.
embala com emoção e abraça, quente, o coração.



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Há dias - especialmente agora que chegou a primavera - em que não apetece de forma alguma sair do trabalho e ter como destino o sofá lá de casa.
E há formas relativamente simples e descomplicadas de fugir ao trânsito e aproveitar o fim de tarde com uma óptima companhia e um pôr-do-sol à beira-rio.
Tenho uma amor antigo, e mexicano, que consegue aliar tudo o que precisamos nestes momentos: local cheio de estilo e com uma panóplia de cores alucinante, vista-rio que nos descansa a alma e nos afasta dos computadores e vícios do hospital, margaritas de morango de chorar por mais e o fim de uma tarde a acontecer sem pressa.
O truque é esse: muita serenidade. Fugir do trabalho, cortar caminho em direcção a este sítio e namorar o fim do dia. Jantamos mais tarde. Hoje dediquei-me aos morangos, ao ceviche e a um pôr-do-sol quente, com muito amor.




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Brunch.
Lisboa, para além de estar na moda, esmera-se em tudo o que diz respeito a corresponder às necessidades e desejos de quem a visita. Há centenas de ofertas, umas que valem mais a pena que outras, e de forma geral, propiciam ao consumidor uma experiência agradável.
A nós, que cá vivemos, só nos resta levantar do sofá, aproveitar os feriados e fins-de-semana de forma inteligente.
Brunch - breakfast & lunch - alia uma variedade de coisas que faria muitas pessoas felizes: acordar tarde, namorar a manhã pela janela e fugir de casa com boa disposição a fim de aproveitar o resto da manhã e o início da tarde de forma prazerosa. E comer. Claro. Comer bem, comer muito, saborear um role de ingredientes que se conjugam todos de forma tão interessante - frutas, sopa, iogurte, croissant e panquecas. Que mais?
Eu tenho um fraquinho grande por este sítio, porque está bem localizado, porque combina bem demais com uma manhã solarenga e um andar de mãos dadas pelas ruas. Tem uma decoração simples, confortável e tem também várias opções de brunch. Só resta experimentar. Vale mesmo mesmo a pena.





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Inês | 24 anos | Lisboa | "O mundo é por aqui"

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