• Home
  • About
  • Travel
  • Lifestyle
    • Healthy Project
    • Photography
    • Decor
  • Contact

Uma vida gourmet

Google Facebook Instagram Pinterest
Fazendo uma adenda aos posts anteriores: sabem aqueles filmes que vêem numa determinada altura da vossa vida e que fazem todo o sentido? Daqueles que vos cativam pela história, pela banda sonora, pela arte e essencialmente pela mensagem?
O Grande Showman foi um grande filme. Aparte de gostar de musicais, foi assim um suspiro profundo (entre os muitos soluços - shame on me - que sou uma lamechas), um choque frontal com uma realidade que faz e que já fez muito sentido na minha vida: este confronto com a diferença, com a diversidade, a luta por encontrar algo que faça sentido entre os muitos sonhos que queremos  ver concretizados no nosso destino, este dedicar uma vida a algo que nos motive e que faça os outros felizes. Há qualquer coisa de mágico nisto de acreditar que temos uma missão, um objectivo maior que transcende qualquer dificuldade que possamos encontrar. 
Foi também uma aprendizagem: esta mania de sermos todos um-bocadinho-racistas afasta-nos e recusa-nos a apreciar aquilo que todos os outros têm para nos oferecer. A divergência não devia, nem deve, nunca falar mais alto nem impor-se perante a beleza individual. Cabe a cada um de nós tornarmo-nos pessoas bondosas e integrar aqueles que, por inevitabilidades que não deveriam existir, são ostracizados na nossa sociedade. 
P. T. Barnum disse uma vez que uma alma humana não deve ser minimizada. Ele pode habitar o corpo de um chinês, um turco, um árabe ou um hotentote - ainda assim é um espírito imortal.
Foi um absorver de todos os detalhes e pormenores, foram minutos arrebatadores, mágicos, que permitiram um levitar maravilhoso. 
E a dificuldade de regressar à realidade?


Vamos por favor eliminar preconceitos, negativismos, apelar à bondade e acarinhar o que nos é oferecido. Aquilo que damos é-nos retribuído a duplicar. E acreditar que pode ser tudo melhor só depende mesmo de nós.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários


1. Somos mais felizes quando decidimos dar cor e largas à imaginação.
2. Encher a casa de luzinhas e músicas de Natal, sim por favor!
3. Este filme
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários





Palavra de ordem para todos os dias: gratidão.
Esta minha mania de inspirar energias positivas quando acordo não cessa. Fica intensa e gravemente contagiante. São estas as coisas boas de não saber de forma nenhuma o que vai acontecer ao longo dos meses fugazes do ano. São estas as maravilhas de fazer acontecer magia quando tudo o que se espera é calmaria. A realidade incerta é a melhor arma da felicidade. Todos sabemos de cor os sonhos e as perspectivas com que queremos começar um novo ano. A verdade é que nunca sabemos como vai acabar esta demanda. Somos trocados nos passos que damos pelo caminho, encurta-se o tempo e as vontades, ficamos cismados com o que foi e com o que poderia ter sido. 
Sabe bem esta saudade que aperta o peito, por todos os dias que já contámos, por todas as aventuras e desventuras que ontem eram o hoje e tão cedo se tornaram lembranças. Sabe bem este colo que namoro todos os dias, o garantido e aquele que se recolhe, o conhecido e o que sem palavras me aconchega. Sabe bem esta instabilidade de não esperar nada e ter de volta uma mão cheia de mundos novos e desconhecidos. Que a partilha continue a ser embrulhada e entregue aos molhos àqueles que nos fazem bem, que não pedem nada em troca, que se abrem em abraços e nunca mas nunca nos deixam sem chão. 
O bom deste ano foi o melhor de todos os vinte e tal anos que ficaram para trás. Será que agora é sempre a subir? A escalar por esta roda viva de ocasiões felizes, de notas musicas e pincéis sobre papéis que nos roubam este sorriso no canto da boca? Que resiliência é esta, que revoltada com o crescimento desgraçado que tantas vezes nos é imposto, dá de caras com uma senhora dona verdade e nos deixa tão seguros de nós e com força para ultrapassar tudo aquilo e aquele que não é merecedor da nossa angústia?
E esta gratidão, esta brisa que passou, esta luz dentro de nós, quais pequenas coincidências. O truque é ser cada vez mais feliz com cada vez menos. 
Era isto que ansiava quando era miúda: aprender com a vida a conjugar os verbos mais felizes.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários

Temos receita no blog! 
Adaptada de um blog - maravilhoso - trouxe a minha versão de massa vegetariana. Excelente para quer uma refeição deliciosa, rápida e económica. E não, não fiquei com fome!
Então (para duas pessoas):
. 3 courgetes
. 1 abacate
. 2 dentes de alho
. queijo ralado
. azeite 
. sumo de limão
. coentros
. nozes
. sal
Simples assim: com um espiralizador, toda a destruir as courgetes e a transformá-las numa massa divinal. Truque aprendido no blog citado: secar bem a "massa" com papel absorvente. São extremamente ricas em água e se não o fizermos o molho acaba por ficar um pouco aguado no final.
Molho: juntar numa picadora o abacate, sal, sumo de limão, fio de azeite, coentros, nozes e quando estiver um creme suave está pronto!
Na frigideira (anti-aderente para quem tem) um fio de azeite e saltear a "massa". Leva poucos minutos. Não esquecer o sal aqui. Depois disto, juntar o molho, o queijo até derreter e comecem lá a salivar.

De nada!

Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Porque escolhi mudar de hábitos? (Não, não sou vegetariana...mas!)



A escolha de hábitos de vida saudáveis devia ser uma prioridade para todos nós. Nem sempre é fácil coordenar alimentação saudável com exercício físico e repouso e aliar ainda a isso a preocupação com o bem estar psicológico e social - eu que o diga, trabalhar por turnos tirou-me rotinas imprescindíveis e desregulou-me a vários níveis. Encontrar estabilidade tem sido um processo. Longo. 
Ainda assim, continuo a acreditar que, bem a par de uma boa educação para a saúde, é possível começar a modificar e melhorar alguns hábitos de vida. Tento fazê-lo da melhor forma possível para conseguir atingir um estado de equilíbrio, que é diferente em cada pessoa. 
Aos hábitos que tinha há um anos, somei o conhecimento adquirido durante a licenciatura e passei também a compreender melhor aquilo que era mais benéfico para mim. Por uma situação particular de saúde, relacionada com o sistema imunitário, tive inclusivamente de fazer uma dieta extraordinariamente rígida, a fim de despistar quais os alimentos que potenciavam a coagulação de proteínas com o frio (crioglobulinas - a quem quiser saber mais). Esta dieta consistia em retirar a grande maioria dos alimentos da dieta - glúten, leite e derivados, citrinos, frutos vermelhos, e carnes vermelhas. Os que me conhecem sabem o quanto gosto de comer - e foi um período bastante exigente: perdi não apenas a massa gorda mas também a massa muscular. Mas a parte positiva foi ter percebido, ao reintroduzir alguns alimentos gradualmente, quais aqueles que me provocavam alguns sintomas desconfortáveis. Não sou nem nunca fui intolerante a nenhuma alimento, tenho é alguma dificuldade na parte de digestão. Suspeitou-se e diagnosticou-se um síndrome de cólon irritável que tem vários contornos... mas em grande parte optei por excluir alguns alimentos da minha dieta para tentar perceber de que forma reagia e... proteína animal excluída, no que diz respeito a carne, e bastou apenas 1 mês para notar melhorias: digestão mais facilitada, obstipação dizimada, cólicas e outros desconfortos abdominais... nem vê-los. Procuro aprofundar esta questão mais tarde, desenvolvendo aspectos mais científicos para que possam também perceber a relação dos hábitos VS sintomas.
Aos que me perguntam, não, não deixei de comer carne completamente. Sabe Deus o que gosto de um bom bifinho. Mas para mim, nesta fase, é prioritário um equilíbrio e escolhi sentir-me bem todos os dias, sem acabar o dia com um desconforto enorme e uma sensação de enfartamento - que, diga-se de passagem, provoca uma instabilidade brutal. 
Resumindo - nova rubrica, relacionada com a escolha de hábitos de vida saudáveis, estejam eles interligados com alimentação, exercício, repouso ou qualquer outro. 
Ressalvo: não há certos nem errados, no que diz respeito a este tema. Cada um de nós tem que procurar aquilo que o faz sentir melhor, sem rótulos, sem dietas extremistas, sem desequilíbrios. Ter saúde e ser saudável não é mostrar aos outros o prato de fruta que comemos ao pequeno almoço e depois só comer duas vezes por dia. É consciencializarmo-nos daquilo que é bom para nós, e fazer disso um hábito.
Muito do nosso bem-estar passa por isto. É só tomar as decisões certas.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
É certo e sabido que plantas e flores são uma aposta acertada quando estamos a falar em detalhes decorativos. Não apenas no sentido estético, mas, aprofundando um pouco mais o tema, podemos relacioná-las inteiramente com o feng shui.
O Feng Shui tem origem chinesa e procura a criação de ambientes harmoniosos e a atracção de energias positivas. Segundo esta filosofia, um ambiente com plantas permite a redução do stress e proporciona sensação de prazer melhorando a qualidade de vida em geral - muito para além da função de melhorar a qualidade do ar.
Há inúmeros truques e estratégias, e também vários estilos de plantas, adequados para cada divisão da casa, considerando a exposição solar e humidade.
Na cozinha, e apesar de haver correntes que não aconselham os cactos para o interior das casas, eu tenho quatro. Do que li, têm uma função protectora, pelo aspecto espinhoso, especialmente se se encontram junto de janelas: a ideia é serem protectores perante visitas inesperadas e perigosas. Não são adequados em locais onde passemos muito tempo do nosso dia, uma vez que absorvem não apenas energias negativas, como também as positivas. Para além disto, têm também alguma intervenção na redução das dores de cabeça ou fadiga quando colocados junto a um computador de trabalho, pela redução de campos electromagnéticos.
Ainda nesta zona da casa são aconselhadas as ervas aromáticas como alecrim, manjericão, oregãos e tomilho.



Um outro recanto adequado para colocar uma planta é na sala. Para esta zona, sugere-se uma palmeira de folhas compridas, para estimular o movimento de energias positivas e evitar a estagnação de vibrações.




Na entrada da casa é importante também a apresentação de uma planta para que seja observada assim que se entra.




Há também determinadas plantas que não são adequadas para o ambiente interno da casa. Ter em atenção as plantas caídas, por incentivarem a melacolia e dificultarem o processo de absorção de energias positivas. 
Dentro do tema, ficam duas imagens orientadoras - uma para os estilos de cacto - outra para os cuidados a ter com diferentes plantas, para pessoas que, como eu, deixam morrer qualquer espécie de planta.




Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Queria falar-vos disto: amigos para a vida. Desde sempre me lembro de ter animais de estimação. Aos nove, depois de andar a infernizar a vida aos meus pais que queria um cão, eis que surge uma pequena amostra de gata lá em casa, que foi o amor-para-a-vida-toda da família. Era uma persa tartaruga e foi uma gatinha adoptada e feliz, durante os doze anos em que esteve connosco. Nenhum de nós está isento de doenças e infelizmente a nossa princesa partiu cedo demais.
A esta, juntámos uma siamesa, encontrada na rua junto aos caixotes do lixo. Não consegui (nem ninguém) resistir e há quinze anos que é extremamente bem cuidada e feliz. 
Como não há duas sem três... derretemos os nossos corações por uma gata preta rafeira - a última a ser adoptada de várias irmãs - e ainda que já tenha esgotado algumas vidas, é gorda mas feliz.
Curioso ou não, nenhum de nós era fã acérrimo de gatos, até nos enamorarmos pela primeira. Desde aí que não conseguimos dizer que não e tivemos a sorte de fazer crescer umas grande família de gatos. Quis o destino que conhecêssemos um casal de gatos maravilhoso - um persa amarelo e uma bosque da Noruega - que têm ninhadas frequentemente e felicitam inúmeras famílias com os seus bebés. Ao todo, já temos três e aguardamos com carinho a próxima fornada...
E eu, vivendo a vida inteira com estas amigas de quatro patas, delicadas e muito senhoras dos seus narizes, não consegui aguentar muito tempo a chegar a uma casa vazia... sem bonecos perdidos pelo chão, areia espalhada pela casa, fios puxados no sofá e muito ronron e mimo de gato.
Optei por fazer uma adopção responsável: o Hospital do Gato têm gatinhos para adopção e foi lá que encontrei a Alice. Sempre acarinhada e mimada pela equipa do Hospital, a Canela - nome original - foi uma das duas siamesas irmãs a ficar para adopção. Ainda que se sentisse em casa, era uma bebé que precisava de encontrar um ninho, um sítio calmo, onde pudesse crescer saudável e feliz.
O primeiro dia na casa nova foi desafiante - tremia que nem varas verdes a qualquer barulho desconhecido e refugiou-se sempre entre as almofadas do sofá. Mas no fundo, sempre foi um coração mole, que derretia com facilidade a um colo e muitas festas. Retribuía com muitos beijinhos e a ronronar. 
Hoje, passados poucos dias, é uma atrevida: brinca muito com árvore de natal e com os ratinhos - que já estão desaparecidos algures atrás de algum móvel - adora ver séries com os donos no sofá, enrolada nas mil mantas e perto do aquecedor, come por dois e tem este estilo querido de gato-cão, que corre quando alguém a chama.
É um doce de gato, elegante como se exige a um siamês, e com uma personalidade divertida.
Não podia ter encontrado melhor. E ainda assim, há tantos tantos gatinhos nas mesmas condições para serem adoptados. Tantos a precisarem de uma família e de amor.
Porque não? É certo que temos uma companhia para sempre ❤



Share
Tweet
Pin
Share
2 comentários
Newer Posts
Older Posts

About me


About Inês

Inês | 24 anos | Lisboa | "O mundo é por aqui"

Follow Us

Labels

Amor Arte Brunch Cinema Concertos Cozinhar Decoração Enfermagem Escapadinhas Food Home Homestyling Life Livros Música Projectos Restauração Saúde Travel Viagens

Recent Posts

  • Decor: a influência das plantas
    É certo e sabido que plantas e flores são uma aposta acertada quando estamos a falar em detalhes decorativos. Não apenas no sentido estéti...
  • Rota dos Miradouros - Lisboa
    Em Janeiro tive a oportunidade de fazer uma tour em Lisboa que já andava a namorar há algum tempo - a rota dos miradouros. Foi tudo organ...
  • Planos de fim-de-semana
    Na azáfama do dia-a-dia, de querer chegar a tudo e a todo lado, também é importante saber parar e aproveitar os poucos e preciosos dias de...

Blog Archive

  • maio (2)
  • novembro (1)
  • outubro (3)
  • junho (1)
  • maio (2)
  • abril (1)
  • janeiro (6)
  • dezembro (7)
  • novembro (3)
  • outubro (1)
  • setembro (6)
  • agosto (3)
  • julho (3)
  • maio (1)
  • abril (7)
  • janeiro (1)
  • dezembro (3)
  • novembro (8)
  • outubro (4)
  • setembro (2)
  • agosto (1)
  • abril (1)
  • março (5)
  • fevereiro (5)
  • outubro (2)

Created with by BeautyTemplates